Na sexta-feira, 16 de março de 2007, foi mais um capítulo triste da metrópole paulistana. Chuvas torrenciais, com direito a granizo e pedregulho, causaram mais de 50 pontos de alagamento, diversos acidentes, enchentes e um caos de 187km de congestionamento (o maior do ano) às 20hs, segundo dados da CET - Companhia de Engenharia de Tráfego e do CGE - Centro de Gerenciamento de Emergências.

Passei boa parte do dia na Universidade de São Paulo, de onde escrevo agora.
Não tenho previsão para sair ou para jantar, pois apenas para chegar a portaria da universidade devo gastar cerca de 2hs em um trajeto de cerca de 2km (a saída da portaria 1 - Rua Alvarenga chegou a ficar congestionada até a FEA e o IME).
A partir da situação dentro da USP já dá para imaginar o caos que se instaura na cidade de São Paulo em dias de chuva: um gigantesco piscinão de Ramos que, além de gente, carrega casas, carros, motos e tudo que aparecer pela frente.

Até quando chuva será sinônimo de caos na cidade? Piscinões, rebaixamento da calha do Tietê e outras ações ajudam, mas estão longe de resolver este grave problema.
Moral da história: Pobre em São Paulo só tem direito à piscina em dia de chuva.

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