O mercado de celulares cresce. O de São Paulo, cresce mais ainda.
Até abril de 2010, 33,9 das 37 milhões de combinações de celulares no DDD 11 já foram alocadas. Mesmo abrindo novas concessões, o limite não passa de 40 milhões e a previsão de demanda esgotaria as combinações ao final deste ano. Ainda que em São Paulo não hajam 40 milhões de pessoas, há muitas pessoas com mais de uma linha celular, geralmente de operadoras diferentes.
Soluções da Anatel
A Anatel, órgão regulador de telecomunicações no Brasil, propôs duas soluções: criar um segundo DDD para São Paulo (10) ou aumentar os dígitos de celulares para 9 em todo o Brasil (como ocorre, por exemplo, na Europa e Estados Unidos).
A proposta atual, de um novo DDD 10 para a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), será colocada em consulta pública por 45 dias após aprovado o primeiro parecer sobre o assunto, da conselheira Emília Ribeiro, em 13 de maio.
Nesta proposta, os códigos DDD 10 e 11 pertencerão a RMSP e não será cobrado preço de DDD para as ligações entre as duas regiões. Por outro lado, quem ligar de outro DDD para os códigos 10 e 11 continuará pagando como ligação de longa distância.
Adaptações
Estima-se que haverão gastos da ordem de R$ 135 milhões para campanhas de esclarecimento e adaptação das redes de telefonia para que, no início de 2011, o novo DDD já esteja funcionando.
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/not_18255.htm

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