As dicas a seguir foram retiradas do blog Filosofando e são muito úteis para identificar se uma pessoa está mentindo em uma determinada situação.
1. O mentiroso fará pouco, ou nenhum, contato direto nos olhos;
2. Limitação nas expressões físicas – poucos movimentos dos braços e mãos. Movimentos rígidos e mecânicos. Mãos, braços e pernas tendem a ficar encolhidos contra o corpo;
3. Mãos levadas ao rosto com o intuito de cobrir a boca;
4. A pessoa poderá se encolher um pouco;
5. Sem sincronismo entre gestos e palavras;
6. A cabeça se move de modo mecânico;
7. Distanciamento da pessoa para longe de seu acusador (em direção à saída);
8. Reluta em se defrontar com seu acusador. O mentiroso pode virar sua cabeça ou posicionar seu corpo para o lado oposto;
9. O mentiroso não apontará seu dedo para quem está tentando convencer;
10. Movimento dos olhos. Ao ser questionado, se o mentiroso olhar para cima e à direita, e for destra, tem grandes chances de estar mentindo;
11. Tempo de demora na resposta de sua pergunta. Demora na resposta indica que o mentiroso está criando uma desculpa e em seguida verificando se esta é coerente ou não;
12. A pessoa que mente adquire uma expressão corporal mais relaxada quando você muda de assunto.
13. Alerta para sinais de tranquilidade em momento de acusação. Dificilmente as pessoas ficam tranquilas enquanto são acusadas por algo que sabem que são inocentes. A pessoa que mente fica quieta, evitando a todo custo falar de mais detalhes sobre a acusação;
14. Quem mente utilizará as palavras de quem o ouve para afirmar seu ponto de vista;
15. A pessoa que mente continuará acrescentando informações até se certificar de que o acusador se convenceu com o que ela disse;
16. Frases que são usadas pelo mentiroso, para ganhar tempo: “Por que eu mentiria para você?”, “Para dizer a verdade…”, “Para ser franco…”, “De onde você tirou essa idéia?”, “Por que está me perguntando uma coisa dessas?”, “Poderia repetir a pergunta?”, “Eu acho que este não é um bom lugar para se discutir isso”, “Podemos falar mais tarde a respeito disso?”, “Como se atreve a me perguntar uma coisa dessas?”;
17. Responder com outra pergunta também é sinal de mentira;
18. O mentiroso utiliza humor e sarcasmo para aliviar as preocupações do interlocutor;
19. A pessoa que está mentindo pode corar, transpirar e respirar com dificuldade;
20. O corpo da pessoa mentirosa pode ficar trêmulo. Se a pessoa estiver escondendo as mãos, isso pode ser uma tentativa de ocultar um tremor incontrolável;
21. Observe a voz. Ela pode falhar e a pessoa pode parecer incoerente;
22. Voz fora do tom. Isso produzirá um som mais alto;
23. Engolir em seco: a pessoa pode começar a engolir em seco; e
24. Pigarrear: Se ela estiver mentindo têm grandes chances de pigarrear enquanto fala com você. Devido à ansiedade, o muco se forma na garganta, e uma pessoa que fala em público, se estiver nervosa, pode pigarrear para limpar a garganta antes de começar a falar.
Mentiras e mentirosos tem perna curta: técnicas para identificar se uma pessoa está mentindo
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Não ter amigos é tão perigoso como fumar ou consumir álcool em excesso
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Notícia publicada no Washington Post de 27 de julho de 2010 e traduzida pelo portal UOL mostra algo que muita gente já desconfiava: a ausência de amigos e a falta de relações sociais, que gera ansiedade e depressão em muitas pessoas, é algo tão ou mais grave que cigarro, álcool e drogas e diminui significativamente a expectativa de vida do indivíduo.
Leia, abaixo, o artigo na íntegra.
Washington, 27 jul (EFE).- Não ter amigos pode ser tão perigoso para a saúde como fumar ou consumir álcool em excesso, diz um estudo de cientistas americanos publicado hoje no site da revista "PLoS Medicine".
Os especialistas asseguram que o isolamento é ruim para a saúde e, no entanto, esta é uma tendência cada vez maior em um mundo industrializado no qual "a quantidade e a qualidade das relações sociais estão diminuindo enormemente".
Estudos prévios demonstraram que as pessoas com menos relações sociais morrem antes daqueles que se relacionam mais com amigos, conhecidos e parentes.
Por isso, preocupados com o aumento de pessoas que se relacionam menos com as outras, os cientistas analisaram como um isolamento excessivo pode afetar a saúde.
Para isso, os pesquisadores recorreram a 148 estudos prévios com dados sobre a mortalidade de indivíduos em função de suas relações sociais.
Após analisar os dados de 308.849 indivíduos acompanhados durante uma média de 7,5 anos, os cientistas descobriram que as pessoas com mais relações sociais têm 50% mais chances de sobrevivência do que quem se relaciona menos com outras pessoas.
Segundo os especialistas da Universidade Brigham Young, do estado do Utah, e do Departamento de Epidemiologia da Universidade da Carolina do Norte que participaram do estudo, a importância de ter uma boa rede de amigos e boas relações familiares "é comparável a deixar de fumar e supera muitos fatores de risco como a obesidade e a inatividade física".
Estes resultados também revelam que, analisando a idade, o sexo ou a condição de saúde do indivíduo, a integração social pode ser outro fator levado em conta na hora de avaliar o risco de morte do indivíduo.
"A medicina contemporânea poderia se beneficiar do reconhecimento de que as relações sociais influem nos resultados de saúde dos adultos", apontam os responsáveis pelo estudo, para quem médicos e educadores poderiam advertir sobre a importância da relações sociais da mesma forma que defendem o antitabagismo, uma dieta saudável e a realização de exercícios.

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